domingo, 21 de fevereiro de 2010

Espanha - Salamanca



Em Salamanca, uma das mais importantes actividades e que mais vai gostar de fazer é a de dar uma volta pelos diversos monumentos que existem na cidade. Monumentos como a Plaza Mayor, a Catedral Nova e a Casa de las Conchas, a Ponte Romana, a Universidade... são apenas alguns dos mais importantes monumentos da cidade de Salamanca.
A Plaza Mayor de Salamanca é uma praça barroca, construída em princípios do século XVIII sobre uma antiga praça, a Plaza de San Martín, sendo um local no qual o aspecto lúdico tem uma grande importância e onde vamos encontrar a Câmara Municipal da cidade.
Podemos ainda visitar a Casa de las Conchas, um edifício gótico de finais do século XV a princípios do século XVI. Esta obra tem também grandes influências da corrente plateresca. A sua fachada e a sua ornamentação são impressionantes. 
A Catedral Nova de Salamanca foi construída, em grande parte, sobre a estrutura da Catedral Velha. Tem um estilo gótico, tendo sido construída durante os séculos XVI, XVII e XVIII.

No que diz respeito aos edifícios religiosos, a Igreja Gótica de San Benito e os Conventos de las Úrsulas e de las Las Dueñas são os monumentos mais importantes da cidade.
Um belo passeio, a não perder mesmo....

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Arganil - Piodão


A Aldeia de Piódão é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“. Situada no Centro do País, pertencente ao concelho de Arganil, na encosta da bonita Serra do Açor.

As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”. Piódão é uma aldeia serrana, de feição rural, e acessos difíceis, um excelente exemplo de como o ser humano se adaptou ao longo dos séculos aos mais inóspitos locais. 

A natureza envolvente está quase que em estado puro, observando-se pela região diversas espécies de fauna e flora típicas do local. A aldeia ter-se-á desenvolvido de um anterior Castro lusitano “Casal de Piodam”, hoje em dias em ruínas, que terá sabiamente aproveitado e aperfeiçoado a agricultura em socalcos.  Já no século XX o estilo de vida que durante anos perdurou em Piódão sofre uma grande mudança, com a emigração em massa que se fez sentir, perdendo-se a força da terra.  Hoje em dia Piódão renasce com a força turística, preservando sempre a sua essência. 

O próprio conjunto arquitectónico e a sua disposição tão característica, é o maior atributo de Piódão, destacando-se também locais de interesse como a Igreja Matriz do século XVII ou o Núcleo Museológico do Piódão, onde estão expostos os costumes, as tradições e modo de vida destas antigas paragens.

Piódão oferece hoje em dia uma boa oferta turística, com alojamento, restauração, e diversas lojas com o que de mais tradicional se produz na aldeia, entre artesanato, licores, mel, pão ou outros deliciosos produtos gastronómicos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Espanha - Guadalupe







Guadalupe é um município de Espanha na província de Cáceres, comunidade autónoma da Extremadura. Em Guadalupe pode-se ver o Real Mosteiro de Nossa Senhora de Gauadalupe, que foi dos Jerónimos, com uma arquitetura “Mudéjar” e com traços góticos, renacentistas e barrocos.

A visitar:
Igreja de Nossa Senhora;
Claustro Mudéjar;
Sala capitular;
Claustro  Gótico;
Sacristia e capela de S. Jerónimo;
Museus.

Um pouco de história:
A imagem espanhola de Nossa Senhora, que mais tarde tomou o título de Guadalupe, foi enviada de Roma a Sevilha pelo sumo pontífice São Gregório Magno, tendo ido ao seu encontro o arcebispo São Leandro, que com ela entrou processionalmente em Sevilha, onde foi objecto de fervoroso culto pelo espaço de um século apenas, por ter sido interrompido pela invasão muçulmana.

Os cristãos de Sevilha foram os primeiros a fugir, mas levaram consigo todas as relíquias e imagens que puderam transportar, entre elas a da Santíssima Virgem que tinha sido enviada de Roma. Como, com tão grande impedimento – o peso das imagens – o êxodo daqueles pobres cristãos se fazia muito lentamente, com grave risco de serem alcançados pelos mouros, eles foram ocultando pelo caminho as relíquias e imagens nos lugares que julgavam mais apropriados para subtraí-las às profanações daqueles infiéis. Os que levaram a imagem da Virgem procedente de Roma tomaram a direção e Extremadura, internando-se em uma aspérrima montanha, que mais tarde recebeu o nome de Guadalupe, palavra formada pelas palavras guad, que significa rio, por causa do que corre por suas cercanias, e lupe, lobos, por serem abundantes esses animais naquelas brenhas.

Cinco séculos depois, quando só o reino de Granada e alguns portos de mar ainda estavam em poder dos mouros, já o culto católico tinha recobrado seu esplendor em quase toda a península ibérica, e as imagens da Santíssima Virgem e dos santos que tinham sido escondidas pelos cristãos nos primeiros tempos da irrupção maometana já tinham sido colocadas em seus altares. Porém, faltava uma, justamente aquela que tinha sido o objeto predileto da devoção dos sevilhanos durante um século, e que tinha sido escondida pelos cristãos na montanha de Guadalupe e encontrada posteriormente por um pastor.

O rei Dom Afonso XI quando soube da prodigiosa descoberta de tão preciosa imagem, e grande foi seu zelo para que fosse venerada Nossa Senhora de Guadalupe. E não foi menor a recompensa que obteve por sua piedade, pois a ela deveu o assinalado triunfo que conseguiu sobre os mouros na  famosa batalha de Salado na qual desbaratou os que tinham ido da África em auxílio dos da Espanha. Terminado, o santuário de Nossa Senhora de Guadalupe foi entregue a doze capelães seculares até o reinado de Dom João I, época em que foi entregue aos religiosos de São Jerônimo, que começavam a florescer na Espanha com grande fama de santidade.

A imagem de Nossa Senhora de Guadalupe é descida de seu trono na véspera do dia 8 de Setembro, para ser levada em procissão  nesse dia pelo claustro do mosteiro anexo ao santuário. Fora desse dia, ninguém jamais se aproxima da venerada imagem, a não ser o religioso encarregado de cuidar dela e vesti-la, para o que há uma escada particular, interna, por onde apenas ele sobe.


Fonte:http://www.mariamaedaigreja.net/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ílhavo - Costa Nova



No princípio do século XIX era apenas uma pequena aldeia de pescadores, vindos de Ílhavo. Aos poucos tornou-se uma das praias mais afamadas, ao ponto de, em 1848 ser frequentada por ilustres figuras públicas, como Eça de Queirós. A memória destes tempos está bem patente nos “palheiros” (casas em madeira, pintadas, às riscas, de vermelho, verde e azul). Actualmente, a Praia da Costa Nova continua a ser uma das praias mais bonitas de Portugal. O seu extenso areal proporciona longas caminhadas aos seus frequentadores.
A visitar:
A Barra, em especial o seu paredão oitocentista e o seu farol centenário.
Reserva Natural das Dunas de São Jacinto  onde se podem fazer bonitos passeiros ao longo dos trilhos e aproveitar os pontos de observação para observar aves.
E em Aveiro claro que não se pode perder uma viagem de moliceiro e se possível, a comer os famosos ovos-moles de Aveiro ou as famosas tripas.


Fontes: http://www.visitportugal.comhttp://descubraportugal.com.pt

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Alemanha - Freiburg





“Freiburg im Breisgau”  (em português Friburgo em Brisgóvia) é uma cidade do estado federal de “Baden-Württemberg”, na Alemanha, na região de “Breisgau”, no lado ocidental da Floresta Negra  (“Schwarzwald”).

 É uma pequena cidade fluvial, construída na orla do rio “Dreisam” ,na Alemanha, com séculos de história e tradição. As ruas interiores interligam-se arquitectonicamente segundo um antigo sistema de canais de água, que circulam pelas ruas. O elemento água surge em toda a cidade como algo catalizador que vem valorizar o espaço público.

A não perder durante a visita à cidade: a Catederal; as Câmaras  (velha e nova); o “Armazém”  histórico; as portas de “Martin” e de “Schwaben” (antigas portas da muralha);  os canais que correm pela cidade;  as acolhedoras esplanadas onde se podem encontrar cervejas de fabrico local e a simpatia dos seus habitantes.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Leiria - Óbidos







Em 11 de Janeiro 1148, o primeiro rei, D. Afonso Henriques, apoiado por Gonçalo Mendes da Maia, tomou Óbidos aos árabes, após o cerco de Novembro  anterior. O cruzeiro da memoria é um singelo monumento da época, mais tarde  restaurado. Óbidos pertenceu ao pentágono defensivo (dos cinco castelos), do  centro do reino, idealizado pelos Templários.
Com a oferta de Óbidos como prenda de casamento de D. Dinis a sua esposa D. Isabel, a Vila ficou pertença da Casa das Rainhas, só extinta em 1834, e por aqui passaram a maioria das rainhas de Portugal, deixando grandes benefícios. D. Catarina manda construir o aqueduto e chafarizes. A reforma administrativa de D. Manuel I dá a Óbidos em 1513 novo Foral, sendo esta época muito intensa em requalificações urbanas.

A não perder...
Março:
Chocolate. Uma palavra mágica que em Óbidos assume um significado muito especial. O Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, desde a primeira edição é o maior evento organizado pelo município.

Julho:
O Mercado Medieval é, sem dúvida, um dos grandes eventos de Óbidos. Neste “mergulho na História”, Óbidos voa para outras épocas. Com o castelo como pano de fundo, centenas de actores e figurantes, vestidos a rigor, fazem as delícias de todos aqueles que aqui passam. Pelas ruas da Vila encontram-se personagens, feirantes, almocreves, malabaristas, bailarinas, jograis, músicos, lutadores, nobres, mendigos e até as pobres vítimas da peste…

Agosto:
O Festival de Opera de Óbidos é um projecto pioneiro no campo da Ópera, sistematizando uma oferta cultural como estratégia de promoção e valorização do património edificado da Vila e do Concelho.
Para além de assistir aos melhores espectáculos ao ar livre, a iniciativa pretende descentralizar esta arte. Mas mais do que isso, Óbidos quer que a Ópera seja para todos.

Dezembro:
Com a chegada do mês de Dezembro, a Vila de Óbidos reveste-se de luz, cor e fantasia para receber o Óbidos Vila Natal.Repleto de momentos especiais, alegria e animação, este espaço convida crianças e adultos a viver experiências mágicas, entre inúmeras brincadeiras e diversões. Óbidos Vila Natal é mágico…

Todo o ano:
Ginjinha de Óbidos, o licor com um forte sabor, intensamente perfumado com o agridoce das ginjas. De cor vermelho escuro, o licor apresenta duas variedades distintas: o licor simples e o licor com frutos no seu interior, por vezes aromatizado com baunilha ou um pau de canela
Acredita-se que a origem deste licor remonta ao séc. XVII, de receita conventual, da qual um frade tirou partido das grandes quantidades de fruto existentes na região, executando o refinamento do licor hoje conhecido. Mais ou menos alcoólica, doce ou ácida, a ginja é um ex-libris da vila que cede a fama à noite de Óbidos.


fonte: obidos.pt

domingo, 24 de janeiro de 2010

Espanha - La Alberca






A cerca de 72Km da fronteira Portuguesa de Vilar Formoso fica uma pitoresca aldeia mediaval espanhola que se chama La Alberca. Está situada no sopé da serra de Francia.As suas ruas estreitas e de pedra, as suas pequenas pracetas, e as suas casas tradicionais feitas de granito e pedra, com as vigas de madeira à vista, fazem um lugar muito bonito para se visitar.


Uma das tradições mais curiosas de La Alberca é a presença, nas ruas, de um porco preto, conhecido como o porco do povo. O porco anda pelas ruas, passeia entre as mesas das esplanadas da Plaza Mayor e é propriedade comunitária. É alimentado pela população até  17 de Janeiro, dia da festa de Santo Antão.  Nesse dia a sua carne é distribuída pelos habitantes, e a tradição repete-se ano após ano. A estátua de granito deste “cedro de San Antón” está colocada no átrio da Igreja de Nossa Senhora da Assunção.  


Como principais atracções nesta região, encontramos a diversidade e beleza dos seus arredores. De um lado pode-se ver granito, ardósia e quartzo misturado com vegetação selvagem variada,  e por outro a bela e exuberante floresta de carvalhos, castanheiros, pinheiros, nogueiras, macieiras e amêndoeiras.